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quinta-feira, 20 de outubro de 2022
terça-feira, 18 de outubro de 2022
Robótica, universo gamer e negócios inovadores na Feira do Conhecimento deste ano
Evento contará com atrações para todas as idades; Silvero Pereira e projeto Ciência Divertida integram programação
Com programação 100% presencial, a sexta edição da “Feira do Conhecimento – Ciência, Tecnologia, Inovação e Negócios” será realizada nos dias 3, 4 e 5 de novembro, no Centro de Eventos, em Fortaleza. As atividades vão ocorrer no horário das 14h às 21h, no Pavilhão Oeste, com destaque para oficinas, mostras de tecnologias, exposição de museus e muito mais. O evento é inteiramente gratuito e, para participar, é necessário se inscrever em https://feiradoconhecimento.com.br/.
Uma das grandes atrações da Feira é o ator e diretor Silvero Pereira, ex-aluno do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Em sua palestra, o artista, que participou da novela Pantanal, da Rede Globo, vai falar sobre “Educação, Arte e Diversidade como mecanismo de transformação social”, no dia 3 de novembro (quinta-feira), às 19h.


A FdC 2022 contará com um palco multiuso, onde serão realizadas palestras com nomes nacionais, além de atividades simultâneas e espaços para negócios e networking. O público-alvo da Feira é formado por jovens empreendedores, empresários, estudantes, professores e pesquisadores, profissionais da área de tecnologia, gestores e comunidade em geral.
Arenas

As Arenas estão divididas em: Metagames (Play, Just Dance, Arcade e VR); E-Sports (LoL, FreeFire, Xadrez, Fifa); Drones (Manutenção, Pilotagem e Formação); Robótica (Torneio de Robótica); Popularização (projetos Ceará Faz Ciência, Ciência Itinerante e Salão do Inventor) e Conexão (Startups, Networking e Negócios).
Museus
A FdC irá abrigar alguns museus, onde os visitantes poderão conhecer a história e interagir com ela. Os espaços vão conectar passado, presente e futuro. Já estão confirmados: Museu da Imagem e do Som, Museu Bojogá, Museu de Paleontologia, Museu de História Natural, Museu do Mangue e Museu da Escrita.
A “Feira do Conhecimento – Ciência, Tecnologia, Inovação e Negócios” é uma realização do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) e Instituto Centec.
Fonte: https://www.sct.ce.gov.br/2022/10/14/robotica-universo-gamer-e-negocios-inovadores-na-feira-do-conhecimento-deste-ano/
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domingo, 3 de julho de 2022
Lula promete demarcação e fim de garimpo em terras indígenas
Ex-presidente participa de ato em Uberlândia pela primeira vez ao lado de Alexandre Kalil, candidato ao governo de Minas Gerais.
Publicado 15/06/2022 22:45 | Editado 16/06/2022 11:20

Pela primeira vez ao lado do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), candidato ao governo de Minas, o pré-candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou hoje sua tristeza diante das últimas notícias sobre o indigenista Bruno Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips, e assumiu o compromisso de que em seu governo haverá demarcação de terras e será decretado o fim da garimpagem em terras indígenas.
O compromisso foi assumido na noite de hoje diante de milhares de militantes partidários que lotaram o ginásio do Centro Universitário do Triângulo (Unitri), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O evento contou ainda com as presenças do candidato a vice-presidência, Geraldo Alckmin (PSB); do candidato à reeleição ao Senado, senador Alexandre Silveira (PSD); do candidato a vice-governador de Minas, deputado André Quintão (PT), dentre outras lideranças nacio0nais e regionais.
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Uberlândia foi o quarto município mineiro a receber Lula após o lançamento de sua pré-candidatura, tendo visitado Belo Horizonte, Contagem e Juiz de Fora. No ato de hoje também participaram a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o deputado federal pelo PSD do Amazonas, Marcelo Ramos, a vereadora Dandara, do PT de Uberlândia, além de lideranças indígenas como Célia Xacriabá e pré-candidatos da aliança em torno de Lula em Minas, como o ex-ministro de Transportes do governo Lula, Anderson Adauto, do PCdoB de Uberaba.
O evento foi transmitido ao vivo pelas redes sociais de Lula. Depois de Uberlândia, Lula segue hoje para o Nordeste, onde vai participar de encontros com a militância em Natal (RN), Maceió (AL) e Aracaju (SE).
Drone
Antes do ato a Polícia Militar de Uberlândia prendeu o produtor rural do município, Rodrigo Luiz Parreira, que comandou um ataque de drone que jogou um líquido usado para espantar moscas nas pessoas que se concentravam na Unitri para participar do ato com Lula. Junto com ele também foram detidos seus cúmplices Charles Wender Oliveira Souza e Daniel Rodrigues de Oliveira, que responderão a inquérito. Os dois são da vizinha Ituiutaba e do Estado de Goiás, respectivamente. Todos foram liberados após prestar depoimento
Hong Kong, amanhã será ainda melhor – Histórias de Hong Kong (3)
Os próximos cinco anos serão um marco importante para Hong Kong de governança à prosperidade, repleta de oportunidades e desafios
Publicado 03/07/2022 08:00 | Editado 03/07/2022 08:35

O Primeiro dia de Julho de 2022 marca o 25º aniversário do retorno de Hong Kong à pátria chinesa.
Em 8 de Maio deste ano, John Lee Ka-chiu foi eleito o 6º Chefe do Executivo da Região Administrativa Especial de Hong Kong na China, marcando o grande sucesso das três eleições sob o novo sistema eleitoral de Hong Kong, que foram a Comissão Eleitoral, o 7º Conselho Legislativo e o 6º Chefe do Executivo.
John Lee assumirá oficialmente o cargo no dia 1 de Julho. Unirá e liderará o governo e todos os setores da sociedade de Hong Kong. Será aplicada de forma abrangente e precisa a política denominada “um país, dois sistemas”, abrirá um novo capítulo em Hong Kong de governança à prosperidade, fazendo com que Hong Kong tenha um amanhã ainda melhor.
Com a conclusão bem-sucedida das eleições do chefe do executivo e a melhoria de combate contra a pandemia de Covid-19, as perspectivas de desenvolvimento de Hong Kong como centro financeiro internacional são ainda mais brilhantes.
“Um país, dois sistemas” dá a Hong Kong uma grande garantia institucional e maior flexibilidade, permitindo que Hong Kong adote um sistema financeiro mais internacional e moderno, fornecendo produtos de investimento mais diversificados, proporcionando uma situação vantajosa para o capital estrangeiro, doméstico e local.
A Área da Grande Baía de Cantão-Hong Kong-Macau reuniu um grande número de empresas de inovação e tecnologia de destaque e de manufatura avançada. Hong Kong é a primeira escolha para as empresas da Área da Grande Baía de buscar financiamento e suporte de serviços financeiros.
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Além disso, a criação e implementação da Lei de Segurança Nacional de Hong Kong promoverá a estabilidade política e social que beneficiará o desenvolvimento econômico e consolidará o status de Hong Kong como um centro financeiro internacional.
Em Setembro do ano passado, o Ministério do Comércio e Hong Kong assinaram o Memorando de Entendimento sobre a Promoção do Desenvolvimento de Alta Qualidade das Zonas de Cooperação Econômica e Comercial Ultramarinas. O governo central apoia Hong Kong a usar as zonas de cooperação econômica e comercial no exterior como uma plataforma para participar profundamente na construção do “Cinturão e Rota”, e apoia Hong Kong a aderir à Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP) o mais rápido possível, para aproveitar plenamente as vantagens do serviço profissional de Hong Kong e vencer os obstáculos de abrir o mercado de ” Cinturão e Rota “, expandindo o espaço de cooperação internacional de Hong Kong.
Os próximos cinco anos serão um marco importante para Hong Kong de governança à prosperidade, repleta de oportunidades e desafios. A plataforma eleitoral de John Lee contém quatro grandes linhas de políticas, incluindo o fortalecimento da capacidade de governança do governo; melhoria da velocidade, eficiência e quantidade do abastecimento de terrenos e habitação; aumento abrangente da competitividade de Hong Kong e criação de espaço para o desenvolvimento sustentável; construção de uma sociedade inclusiva, atribuindo grande importância ao desenvolvimento da juventude. O esboço de política relevante está de acordo com as atuais necessidades de desenvolvimento de Hong Kong.
Acreditamos que, com o cuidado e apoio do governo central, o novo governo de Hong Kong fará bom uso das vantagens de “um país, dois sistemas”, integrar-se-á totalmente ao desenvolvimento nacional geral, participará profundamente na construção da Grande Baía de Cantão-Hong Kong-Macau, e apanhe o trem expresso do desenvolvimento econômico, liderando os 7,4 milhões de residentes de Hong Kong a se unirem e trabalharem no novo ponto de partida do desenvolvimento, e fazer de Hong Kong uma “Pérola do Oriente” que deixa o país orgulhoso, a população honrada e a comunidade internacional admirada por essa cidade.
Nova constituição vem para enterrar herança neoliberal de Pinochet, diz CUT Chile
Para Amalia Pereira, dirigente da Central Unitária de Trabalhadores, o “Aprovo” no plebiscito de 4 de setembro corresponde à expectativa do levante popular em que milhões se manifestaram por um novo Chile
Publicado 03/07/2022 09:21

Após um ano de intensos debates, a proposta de Nova Constituição será entregue ao presidente do Chile, Gabriel Boric, na próxima segunda-feira (4). Em entrevista, a dirigente da CUT Chile, Amalia Pereira diz que aprovação da nova constituição virá “a fim de construir um país novo, que enterre a herança neoliberal do ditador Augusto Pinochet (1973-1990)”.
Qual a importância da Nova Constituição para o presente e o futuro do Chile?
Em primeiro lugar precisamos reconhecer que esta é uma Nova Constituição em direitos, que vem para abolir a Constituição da ditadura de Pinochet, feita por meia dúzia de pessoas. Agora teremos uma nova Carta Magna baseada nos direitos humanos e ambientais, nos direitos de todos e todas, dos povos originários. Para isso foi importante a participação paritária de 155 trabalhadores, intelectuais, sendo ampla em todos os sentidos da palavra.
Mas temos problemas desde há muito tempo, abusos de desamparo e desproteção do Estado: na saúde, na educação, bem graves no âmbito ambiental e de moradia. As grandes empresas e os poderes econômicos se apropriam dos territórios, acabam ocupando terreno e levando problemas às comunidades. Isso temos mais fortemente na fundição da cidade de Puchuncavi, na região central de Valparaíso, onde passaram mais de 30 anos e ninguém havia se preocupado. Enquanto isso, continuaram morrendo e adoecendo crianças, adultos e idosos devido à contaminação. E não somente ali, mas em muitos locais onde não se deu atenção ao meio ambiente. Houve a privatização da água e somos o único país em que a água é vendida, o que agravou os problemas ambientais graves. Acreditamos que a Nova Constituição vem para sanar isso.
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Vale lembrar que é uma Constituição que aflorou após um estalido social [levante popular que ocorreu com força entre outubro de 2019 e março de 2020] em que milhões tomaram as ruas pela construção de um novo Chile. Depois do levante queremos educação gratuita, saúde gratuita, moradia e dignidade para nosso povo.

Acreditamos que do ponto de vista interno da Assembleia ocorreram alguns desacertos mais de caráter administrativo, já que do ponto de vista da jornada todos os constituintes trabalharam 24 horas, de segunda a domingo, para fazer com que todos sejamos sujeitos plenos de direitos, como foi reivindicado pela sociedade em seu conjunto nas grandes manifestações.
Em relação ao mundo do trabalho, o que é necessário resolver?
A ditadura nos tirou inúmeros artigos do Código do Trabalho, tivemos um Tribunal Constitucional que nos castigou nos direitos fundamentais, suprimiu o diálogo social, o tripartismo, as relações empresa-trabalhador-Estado. O Estado punitivo passou a dar mais direitos a empresas que aos próprios trabalhadores, que ficaram vulneráveis. Ficamos fragilizados ao sermos colocados bem distante da negociação coletiva, do direito à sindicalização automática e à agrupação formal.
Tudo isso faz com que haja uma problemática apresentada nas últimas eleições parlamentares em que a direita fez a sua bancada e o presidente Gabriel Boric não tem o apoio irrestrito que necessita para caminhar. Sendo assim precisa andar com cuidado, porque a reação continua tendo muito poder, a direita com o poder econômico e da mídia. A reação também se aproveita do descrédito dos partidos políticos, das Forças Armadas, da Igreja e de todas as organizações mais antigas da nossa sociedade.

O que ocorreu no levante impactou muito fortemente a todos. Estamos diante de um cenário complicado em todos os sentidos da palavra: político, social, administrativo. E isso incide sobre o governo do companheiro Boric. Vivemos um problema de tributação muito grave em que os ricos pagam menos e nós, pobres, pagamos mais. O Chile tem uma desigualdade muito grande. Em relação a isso nos governos dos presidentes Salvador Allende e Michele Bachelet também se tentou fazer uma Nova Constituição, mas sempre houve uma oposição muito forte da direita, que é quem tem mais presente o seu sentido de classe. Buscam de todas as formas manter seus privilégios.
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Para alterar esta realidade será apresentada a proposta da Nova Constituinte na próxima segunda-feira (4) e já podemos iniciar na quarta-feira (6) a campanha pela sua aprovação.
Os movimentos sociais estão indo à luta pelo Aprovo, mas a reação tem o controle absoluto dos meios de comunicação pelo Não. O que fazer?
Eles vêm com força. Não será fácil para reverter toda essa campanha que, sorrateiramente, vieram impregnando, contaminando, envolvendo com seus tentáculos uma parcela da sociedade. Some-se a isso como a mídia se aproveita de problemas como o do narcotráfico, que atinge nosso país e aflige nossa juventude, com todos os dias tendo pessoas mortas, tanto chilenos como estrangeiros, seja nos bairros populares ou nos mais ricos, e o crescente roubo de veículos. Tudo isso tem se transformado em discurso, com muita gente se tornando presa fácil para a direita. Inclusive problemas internos da Constituinte – como o comportamento de um que precisou retirar-se por mentir que tinha câncer – que é repetido à exaustão acaba influindo na conduta dos seres humanos. O objetivo é baixar a autoestima, vendendo a imagem do chileno como sendo sempre mais do mesmo, condenado à repetição de erros.
Com a desinformação há um controle das notícias, que não chegam a todos. Para que queremos uma Nova Constituição, para que serve? Por que poderá durar 50 ou 100 anos? Os poderes econômicos têm a mídia e os recursos que lutam para nos manter sob pressão, coagidos. Por isso é preciso ir às ruas para romper as amarras.

E isso vale para o discurso desta mídia em função dos interesses do capital financeiro e das transnacionais, que fica mais evidente na questão das Administradoras de Fundos de Pensão (AFP).
Exatamente. Os que querem que tudo se mantenha como está vem com o discurso de que a Nova Constituinte irá prejudicar o país, para roubar o dinheiro das aposentadorias. Virá um corralito [restrição de sacar dinheiro] como o da Argentina em 2001. Espalham incertezas, temor e a cultura do terror: vão retirar minha propriedade, retirar meu automóvel, vou perder um terreno, vão me expropriar. Há uma manipulação psicológica para que as pessoas reajam com medo a tudo isso. É um verdadeiro filme de terror.
Daí a importância que os jovens compareçam às urnas. Há em nosso favor o fato de que a votação tem caráter obrigatório e uma grande potência no voto feminino. As mulheres vêm ocupando um espaço importante no processo, o que tem feito a diferença.
Qual a sua expectativa em relação ao plebiscito?
Acredito na vitória do “Aprovo”. Com a compreensão de que esta votação não é para mim, é para meus filhos, minhas netas, minhas bisnetas. Mas a disputa é difícil porque os avanços concretos não ganham espaço, não são divulgados amplamente, como faz a grande mídia quando trata dos seus interesses, isso simplesmente não é informado. Ao contrário, a direita mente de forma incisiva, categórica e irreversível em função dos seus interesses.
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Por isso há muita gente que pode não querer votar, dizendo que vai ser mais do mesmo, e isso nos preocupa. Há um discurso midiático de que o reconhecimento de direitos aumentará o desemprego, quando é o oposto. Some-se a isso o fato de os meios de comunicação serem potentes e estarem nas mãos de poucas famílias [há um duopólio com o El Mercurio Sociedade Anónima Periodística (SAP) e o Consorcio Periodístico de Chile (COPESA) concentram 82% dos leitores e mais de 84% da publicidade no setor], em conluio com as empresas transnacionais.
Muita gente ainda não sabe que precisa ir votar em 4 de setembro ou não tem a dimensão da relevância da Nova Constituição. A ditadura de Pinochet nos deixou infiltrado o vírus do neoliberalismo e está nos custando caro expulsá-lo.
Infelizmente, a mídia busca impregnar massivamente uma situação conformista, contra a qual estamos combatendo fortemente. Daí a nossa luta contra o divisionismo e a fragmentação, para que não sejamos presa fácil, para não ficarmos invisibilizados, durante quatro anos, como no último governo de Sebastián Piñera (2018-2022). Do ponto de vista das centrais sindicais, precisamos buscar a unidade, necessitamos estar unidos em um ponto de convergência, em um ponto comum.
O princípio que teremos agora é a Nova Constituição, a construção de um Estado social, democrático, igualitário, participativo, que se preocupa com os povos originários, com o cidadão sujeito de direitos, que investe na ciência e na tecnologia, com o futuro de todos e todas. Acreditamos que o Aprovo vai ganhar porque o povo está pedindo, porque é uma reivindicação da nossa gente.