Apesar de mostrar que ainda há um cenário
precário no Estado, o estudo revelou que a situação das rodoviais
cearenses melhorou um pouco ante 2016
14:18
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07.11.2017
/ atualizado às 14:30
A 21ª Pesquisa CNT de Rodovias revelou que 2.194 quilômetros (60,6% do total) das rodovias avaliadas no Ceará apresentaram, ao longo de 2017, algum tipo de deficiência
e foram avaliadas como regulares, ruins ou péssimas. Ainda conforme o
levantamento divulgado nesta terça-feira (7), o restante da extensão
pesquisada no Estado (39,4% - 1.424 km) é considerado ótimo ou bom.
Apesar de mostrar que ainda há um cenário precário no
Estado, a pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT) também
revelou que a situação das rodoviais cearenses melhorou um pouco ante o
ano passado, quando 64% das vias avaliadas apresentavam alguma deficiência. Na época, 2.269 quilômetros foram considerados regulares, ruins ou péssimos (75 km a mais do que em 2017).
Ao todo, a pesquisa da CNT percorreu 3.618 km no
Estado. Deste total, 1.227 são de responsabilidade estadual e 2.391
federal. Devido às deficiências apresentadas no pavimento das rodovias
do Ceará, o custo operacional do transporte no Estado
acaba ficando mais alto, uma vez que rodovias com deficiência reduzem a
segurança, além de aumentar o custo de manutenção dos veículos e o
consumo de combustível, segundo o órgão.
País tem queda na qualidade
Nacionalmente, a pesquisa constatou uma queda na qualidade do estado
geral das rodovias pesquisadas ao longo de 2017. Isso porque a
classificação regular, ruim ou péssima atingiu 61,8% do total, enquanto
em 2016 esse índice era de 58,2%. Além disso, apenas 38,2% das rodovias
foram consideradas em bom ou ótimo estado, enquanto um ano atrás esse
percentual era de 41,8%.
A sinalização foi o aspecto que mais se deteriorou. Em
2017, o percentual da extensão de rodovias com sinalização ótima ou boa
caiu para 40,8%, enquanto no ano passado 48,3% haviam atingido esse
patamar. Neste ano, a maior parte da sinalização (59,2%) foi considerada
regular, ruim ou péssima.
Fonte: Diário do noredeste
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